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Potencialidades das universidades e institutos de pesquisa públicos

 
Autor: Divulgação ABC. Fotos: Divulgação. Edição de imagem: Paulo Cavalheri.
 
Os Acadêmicos Antonio Gomes de Souza Filho (UFC) e Oswaldo Luiz Alves (Unicamp), vice-presidente da ABC para a Região SP,  publicaram documento com exemplos de inovações realizadas por universidades e institutos de pesquisa públicos para o enfrentamento da COVID-19.
 
Segundo o Ministério da Saúde, o país terminou a primeira semana de agosto de 2020 com 3 milhões de infectados e 100 mil mortes. Mesmo adotando várias medidas para contenção da expansão da doença, muitas cidades do Brasil enfrentam problemas sérios de estrangulamento do sistema de saúde, muitos contaminados e muitos óbitos.
 
Alvo frequente de ataques desrespeitosos por parte de algumas autoridades, a crise desencadeada pela COVID-19 revelou a capacidade das instituições públicas brasileiras. As universidades e institutos de pesquisa mostraram-se criativas, capazes e verdadeiras parceiras da nação no enfrentamento da pandemia.
 
Ficou muito claro também que as respostas poderiam ser bem mais potentes se essas instituições tivessem recebido a atenção que merecem pelo que fazem. Vale lembrar que essa capacidade de resposta tem alicerce no longínquo histórico de formação de recursos humanos e de grupos de pesquisa e, principalmente, na expansão em tamanho e complexidade do ambiente de pesquisa nas duas últimas décadas.
 
O trabalho dos Acadêmicos teve por objetivo documentar, sem a pretensão de esgotar, o papel estratégico e operacional que as universidades e institutos públicos de pesquisa brasileiros têm desempenhado no enfrentamento da pandemia em diversas frentes de atuação. As iniciativas estão organizadas em tópicos: suporte tecnológico, assistência, testes de diagnóstico, vacinas, modelagem epidemiológica, pesquisa básica e ensaios clínicos.
 
Com essa iniciativa, os Acadêmicos esperam estimular grupos com expertise na área de gestão de informação e de tecnologias a fazer um trabalho amplo e analítico, incluindo a monetarização das ações, para documentar a capacidade de resposta da comunidade científica brasileira frente à uma crise multidimensional como a atual.